terça, 25 de junho, 2019

PGR quer Collor condenado a mais de 22 anos de prisão. Ver mais...

 

Senador é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro

Além de condenação, a PGR também quer que Collor seja multado em 1400 salários, que perca o mandato e, junto aos outros réus do processo, tenha que restituir os cofres públicos em R$ 59,9 milhões. O total, de acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR), é o dobro do valor que o grupo do senador recebeu (R$ 29,95 milhões) entre 2010 e 2014.

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O senador é réu pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Para Raquel Dodge, Fernando Collor “praticou o crime de corrupção passiva ao haver utilizado o seu mandato parlamentar e sua influência política para obter vantagens indevidas por intermédio de Pedro Paulo Bergamaschi, principal operador do ‘caixa geral de propinas’ mantido junto a Alberto Youssef (doleiro que se tornou delator na Lava-Jato) e arrecadado em razão do esquema ilícito instaurado perante a BR Distribuidora”.

A PGR diz ainda que, para receber os valores, o senador utilizou subterfúgios diversos, tais como a colocação de interpostas pessoas, a simulação de empréstimos entre pessoas jurídicas controladas pelo Senador Fernando Collor, o depósito fracionado em contas bancárias para desvincular os valores de sua origem, qual seja, os desvios ocorridos nas licitações promovidas pela BR Distribuidora”.

Os outros réus no processo são Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos, que foi ministro de Collor na época em que ele foi presidente da República, e Luís Amorim, administrador da TV Gazeta de Alagoas.

PLENO.News
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